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Robinho em show de pagode na última sexta-feira

O Santos joga hoje contra o Monte Azul. Robinho, R$ 1 milhão por mês, segue fora. Segue se recuperando de contusão.

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Arquivado em Paulista, Robinho, Santos

Recup$rado

Robinho já está praticamente recuperado para voltar a jogar pelo Santos. A greve, enfim, terminou. O Santos acertou os vencimentos do jogador.

O assessor do jogador confirmou o atraso no pagamento dos salários de Robinho:

– Atrasou quatro dias, mas já está tudo pago. Até o momento, Santos e Robinho cumpriram integralmente com tudo o que foi acertado em contrato e não há problema algum. (fonte: site Santista Roxo)

Alguém pode dizer “ora, mas são apenas 4 dias”. Tudo bem, foram apenas 4 dias e o jogador provavelmente não sentiu o atraso. Mas não se pode esquecer que também foi apenas o segundo mês de salário.  A tendência natural é piorar. E Robinho se “lesionar”.

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“É proibido criticar” por Citadini

Há uma nova lei, decretada pela mídia, na praça: ninguém pode criticar o Santos FC.

A mais sagrada regra entre os torcedores é aplaudir seu time e criticar os adversários. Querem revogar este direito.

Nos últimos tempos a mídia – quase que “de baciada” – aplaude o Santos e criticam os que não o estão aclamando.

Hoje, Tostão, o grande craque, entra de sola e diz que “estão com inveja do Santos”.

Esta postura fundamentalista da mídia normalmente ocorre com elogios a outro time, conhecido como o Mais Querido… da Mídia.

Mas, neste momento, a campanha se concentra em derramar “Ufas!” e “Vivas!” ao alvinegro praiano. É uma goleada contra o Ituano, saúda-se um placar massacrante contra o Naivirense. Quando o Santos perde para o Palmeiras a mídia diz “e daí? Goleou o Naivairense!” Tudo o que fazem é aplaudir e os que não os acompanham são taxados de invejosos.

Até as comemorações de gols santistas, demonstração de subnutrição intelectual ao nivel de diálogos do BBB, até estas danças são elevadas à categoria dos merecedores de aplausos.

Nada disso! Torcedores existem para apoiar seus times e criticar os adversários.

E quem quiser mudar esta regra deve ir para o tênis, o golf, talvez para o críquete ou o gamão.

Verem as críticas de adversários como inveja é reduzir-se o futebol a um padrão BBB.

Recordo-me que em 1963 torci contra o Santos naquele jogo com o Milan no Rio de Janeiro.

Embora adolescente, já não entrava na onda do oba-oba da mídia.

E estava certo. Como demonstrou a biografia de Almir Pernambuquinho, foi um escandaloso caso de juiz vendido.

Deixem a mídia ficar dizendo maravilhas sobre o atual Santos, tentando endeusá-lo como na época de Pelé, deixem-na elogiar nas goleadas contra equipes pequenas e se esquecer de derrotas para times importantes.

Deixemos que não veja as estripulias de Ganzo ou as tesouras de seus meninos.

O futebol deve ser visto sob a ótica dos torcedores de seu time. Isso não é inveja. É assim que deve ser.

Ou vamos mudar de esporte.

Do Blog do Citadini

http://blogdocitadini.blog.uol.com.br

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Arquivado em Corinthians, Polêmicas, Santos

Bom com eles. Melhor sem eles?

O placar do jogo do Santos contra o Ituano foi extraordinário. 9 gols em apenas 1 jogo não é para qualquer um. Ainda que tenha sido contra o Ituano, time que tem no elenco os veteraníssimos Roque Junior e Juninho Paulista,  ídolos de outrora que hoje estão se expondo ao ridículo a troco de nada.

A vitória foi mais extraordinária ainda pelo fato das estrelas do time não terem jogado. Robinho continua com sua greve. E LAOR segue atrás de parceiros para pagá-lo. Neymar viajou para os Estados Unidos para disputar o amistoso contra o Red Bull. O Santos mandou o jogador até lá para aparecer para o mundo. O menino, porém, não foi capaz de evitar a derrota da equipe do litoral. Neymar foi como Neymar, promessa do time de Pelé, e voltou como Neymar, mais um jogador do Santos.

A goleada de ontem revelou que Neymar e Robinho não são tão importantes como todos imaginavam, interrogação. Ou será que se as estrelas do malabares estivessem em campo o placar seria ainda maior, interrogação.

Não se pode afirmar que Robinho e Neymar não sejam importantes para o Santos. Não é por causa de uma goleada sem eles que devemos chegar a essa conclusão. Mas uma coisa é certa. Se eles tivessem jogado o Santos não teria feito 9 gols. Seria no máximo 5. Isso pois os 2 jogadores, no afã de fazerem lances circenses para serem editados e vendidos pelos Wagner Ribeiro da vida, acabam estragando muitas jogadas do time, além de ofuscarem o brilho de jogadores como Paulo Henrique Ganso (aliás, único desse elenco que tem futebol para vingar de verdade na seleção e na Europa).

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Arquivado em Paulista, Santos

Rodada de definições no paulixta

A rodada deste final de semana será de afirmação e definição no campeonato paulista.

O jogo mais importante, sem dúvida nenhuma, é Palmeiras x Ponte Preta. Uma derrota praticamente elimina as chances de classificação do Palestra, confirmando o desastre do planejamento da diretoria comandada pelo Professor Belluzzo. Lembrando que tropeço do Palmeiras no Palestra Itália é algo absolutamente comum. Por outro lado, se o time vencer manterá viva a esperança de classificação, sobretudo porque os próximos jogos no campeonato teoricamente são fáceis: Rio Branco, Mirassol, Oeste e Paulista. Teoricamente, exclamação.

O segundo jogo na escala de importância é Corinthians x Grêmio Prudente (único time na história do futebol mundial que começou um torneio com um nome e terminou com outro; nem na várzea carioca acontece isso). O jogo é importante porque se o Corinthians não vencer a 4ª vaga ficará totalmente em aberto. Nesse caso o Botafogo pode ultrapassar o Corinthians. E Palmeiras, Portuguesa e o próprio Grêmio Prudente podem encostar. Ronaldo não joga. Será poupado. O jogador de fato não tem a mínima condição física de atuar.

A derrota do Corinthians coloca fogo no campeonato e, mais importante, esquenta o clássico do próximo domingo contra o São Paulo no Pacaembu.

São Paulo que joga amanhã contra o Mogi Mirim. Por mais que o time não venha jogando bem, não acredito em um tropeço do time de Ricardo Gomes.  O time historicamente não costuma se complicar em jogos como esse. Derrota em casa para times pequenos ou em má fase é especialidade do Palmeiras. Só o Flamengo o Palmeiras salvou do rebaixamento nos últimos anos umas 3 ou 4 vezes em jogos em casa.

E, finalmente, teremos Santos x Ituano. A vitória santista praticamente sacramenta a classificação.

Ah, poderia também dizer que a rodada é importante para a Portuguesa. Acontece que da lusinha não se pode esperar muito. Para quem imaginava que a Portuguesa lutaria pelo rebaixamente, o time até que vem fazendo uma campanha espetacular. O não rebaixamento este ano está de bom tamanho e deve ser comemorado como um título no Canindé.

Sou Jornalismo Futebol Clube. Sou Taddei e mais 10.

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Hora de separar homens de meninos

Antes da partida, fiz uma comparação entre Palmeiras 1996 vs. Santos 2010. Fui infeliz, reconheço. Peço desculpas a Rivaldo e Djalminha por essa brincadeira de mal gosto.

O Santos é um time comum.

Não falo isso apenas pela partida contra o Palestra, que não pode servir de referência, já que Robert marcou 3. Mas pelo elenco mediano, principalmente zaga e meio campo, e a falta de conquistas minimamente relevantes. O time é praticamente idêntico ao de 2009 quando fez campanha medíocre no brasileirão. Trocou a zaga, médios por medianos. Laterais limitados. Goleiro fraco. Arouca é jogador de Fluminense. Quem é Marquinhos?

Neymar? Falta-lhe objetividade. Me dá a impressão que será uma espécie de Denilson, que atingiu o auge no grande Bétis, e hoje só é conhecido por namorar a irmã do Zezé de Camargo. Tem gente que diz ser o novo Robinho, sinônimo de fracasso na Europa.

Ganso é bom.

O resto, André, Zé Love, Madson, não é muito diferente de Joãozinho, Lenny, Daniel Lovinho.

Sei que nessas horas é fácil criticar o time perdedor. Friso, ainda mais quando toma 3 de Robert. Assim como também é fácil rasgar elogios após goleada contra um time que nunca ninguém tinha ouvido falar. Mas temo mesmo pelo futuro do Santos. Descobriram que a zaga é fraca e que basta cruzar na área para ganhar. Não sei não.

Quanto ao Palestra, melhor se preocupar com o Paysandu.

Por Primo Argentino, ao vencedor as batatas

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Palmeiras 1996 x Santos 2010

Pitadinha histórica.

Corria o ano da graça de 1996. O professor Luxemburgo, então um técnico de futebol, comandava uma das grandes equipes do futebol paulista de todos os tempos. Foi o que publicou, à época, a Vejinha São Paulo. Ficou conhecida como “ataque dos 100 gols”. Os grandes nomes eram Rivaldo e Djalminha. Destaque também para Luizão, o centroavante do time, que conseguiu a proeza de não ser o artilheiro do paulistão daquele ano.

Há semelhanças entre Palmeiras 1996 e Santos 2010, interrogação.

Na estreia da Copa do Brasil daquele ano, por exemplo, o Palestra goleou o glorioso Sergipe por 8×1. A diferença é que a partida foi definida na primeira partida, fora de casa, como fazem as grandes equipes. Em casa é fácil.

Naquele mesmo ano (1996), Palestra e Peixe se enfrentaram na Vila Belmiro. Super lotada, 15.000 torcedores. A expectativa, lembro-me, era idêntica à atual, só que ao contrário. De um lado, o super ataque palmeirense. De outro, a mediocridade santista de Geovanni, Jamelli e Macedo. Meu Deus! Claro, não houve surpresas.

Será hoje o dia da vingança santista, interrogação. A julgar pelas últimas partidas palestrinas (Santo André e Sertaozinho), não duvido.

Ah, ia me esquecendo. Aquele mesmo Palestra perdeu a Copa do Brasil 1996 para o Cruzeiro, de virada, em pleno Parque Antártica, época em que derrotas em casa eram raras. Muller, uma das esperanças alviverdes, havia abandonado o time e foi considerado um dos grandes culpados, ao lado do triste e péssimo volante coveiro Amaral, o então xodó do time.

Por Primo Argentino, Ewerthon?

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