Pitadinhas na F1

A corrida de hoje, desnecessário dizer, não define como será a temporada, mas já é um bom indicativo da relação de forças este ano.

Ainda que os testes são, em sua maioria, feitos no inverno europeu e a primeira corrida aconteça em uma condição climática deveras diferente as coisas mais ou menos seguiram a pré temporada com Ferrarri e RBR um pouco à frente das demais. E não fosse o problema no carro de Vettel seguramente Alonso não teria ganhado a corrida. Mclaren e Mercedes fecham os oito primeiros. O resto é figurante.

Ainda não foi dessa vez que as disputas emocionantes e trocas de posições aconteceram. Como sempre a corrida transcorreu em sua maior parte na “rotina” e a expectativa de mais pegas não se concretizou. É torcer para que ao longo do ano as medidas realmente tenham o efeito esperado e as disputas sejam mais interessantes. De qualquer forma a FIA está tentando alguma coisa diferente.

Pela primeira corrida, já deu para ver que o Alonso não vai dar espaço para o “Pequeno Notável” (onde diabos a Jovem Pan AM foi arrumar esse apelido para o Massa?!) e por mais que o Galvão queira a Ferrari não vai favorecer o Massa, que é um bom piloto, mas não é o “cara”. Inesquecível quando, mesmo 1 segundo mais rapido por volta, ficou 30 voltas atrás do glorioso Fisichella. Meu Deus, exclamação.

Campeão (de verdade) da F1 tem de ser além de bom piloto, egoísta, convencido, arrogante e um pouco antipático. Quem esquece um Piquet, um Prost, um Schumacher, um Senna (é só lembrar-se de quando ele jogou o carro em cima do Prost ou então vai me dizer que o cara era preocupado com o “time” apenas…). Esses sim são campeões e o Alonso segue bem essa linha. È um insuportável, mas guia uma barbaridade. Quem se lembra do Damom Hill, interrogação.

Mas, o que entra ano e sai ano, não muda mesmo é a narração insuportável do Galvão Bueno, que, aliás, não se limita a narrar. Ele narra,comenta, palpita, lê pensamentos e, claro, corta os outros integrantes da transmissão. O homem beira o insuportável se auto vangloriando por transmitir a F1 desde os anos 70. Ora bolas, ele transmite porque a empresa que o contratou pagou para isso e o remunera muito bem. Do jeito que ele fala é como se ele pagasse do próprio bolso para fazer o que faz. Agora, ele se supera mesmo, quando menciona seus momentos de “intimidade” com pilotos e personalidades do circo e inventa suas teorias para justificar o constante fracasso dos brasileiros.

Está mais do que na hora de encontrar outra voz para narrar a F-1. O Galvão devia se retirar e ficar na “estrada” entrevistando a si próprio. O homem esta ficando doido com síndrome de Deus, que o diga Arnaldo Cezar “coxinha” Coelho. (quem vê o Bem, Amigos sabe do que eu falo)

E o Rubinho, interrogação. Meu Deus. O Rubinho é o Rubinho nada a comentar, só a lamentar.

Pelo enviado especial Padre Giba, humilde para reconhecer que Vina é supeior.

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2 Comentários

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2 Respostas para “Pitadinhas na F1

  1. El Loco, pra contrariar

    em poucas palavras, podemos dizer o seguinte: o tal de massa mais uma vez será o segundo piloto (coitado)!!!!!

  2. Waldir Tolete

    Eu ainda acredito em Massa. Aposta registrada com padre Giba!
    Também não canso de torcer pela aposentadoria forçada de Rubens, o motorista.

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