The american way of sports

O maior evento esportivo da face da Terra envolve uma audiência televisiva de 100 milhões de pessoas. Na NBC, um comercial custa 90 mil dólares o segundo. A empresa fatura 260 milhões.

Trata-se também do dia em que se vende mais comida nos EUA. Estimam receitas de 1 bilhão de dólares em asinhas de frango (que inveja hein meu amigo Jerônimo Gomes, do Alfama dos Marinheiros), 147 milhões em batatas “chips”, 32 milhões em bolinhas de queijo, etc. Sem falar no maior consumo de pizza entregue em casa no planeta. Perde apenas para o “Thanksgiving Day”, o maior feriado americano.

O Hino nacional é cantado por fenômenos como Whitney Houston, Mariah Carrey, Prince. Imagine se Vanuza passaria por lá. Meu Deus, exclamação. Sem falar no “half-time show”, onde não é difícil encontrar Paul McCartney e até mesmo ele: saudoso Michael Jackson. Neste ano ninguém menos do que Bruce Springsten e seu “Glory Days”.

Os termos “Super Bowl”, “NFL” e “Super Sunday” são marcas registradas da Liga.

Quem esteve nos EUA em tempos de Super Bowl sabe exatamente o que o blog trata. O entusiasmo – traduzido em faturamento – é gigantesco.

Números estratosféricos. Eventos pujantes. Faturamento bilionário. Profissionalismo total.

Sem falar na World Series, NBA Finals, etc. Ate o tênis possui hoje o Masters Cup.

Mas do que se tratam estes eventos, afinal?

Finais meu amigo. São finais de campeonato. Competência não se mede apenas por pontos corridos. Final não é para qualquer um.

Os americanos são conhecidos e reconhecidos nos negócios. E o esporte – que obviamente tem o motivo olímpico – é um negócio. Não ouse questionar  a habilidade dos americanos de promover espetáculos. É contra o capitalismo, americanos, imperialismo, etc? Fidel, Chávez, Zelaya é que são legais? Sugiro a leitura de “Manual do perfeito idiota latino americano” ou “A volta do idiota”. Talvez mude de ideia.

Aprendamos com eles.

Copiar os europeus, interrogação. Uma decisão errada, caprichosa e até arbitral, com o perdão do STJDilho.

E tira a mão de mim.

Jota Barros

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16 Comentários

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16 Respostas para “The american way of sports

  1. RedBlack

    Ótimo assunto para Palmeirense: superbowl.

  2. Zhu Sha Zang

    Avallone, esse RedBlack é seu fã né?

    Assíduo…

    …e mala.

    • RedBlack

      Véspera de decisão do maior, melhor e mais disputado campeonato de futebol do mundo, o campeonato brasileiro. Assunto do blog: superbowl. É, Zhu Sha Zang, vamos falar de outro assunto …

      • alexandre

        Putz… esse red cheira meia.

        Red meu amici a questão não é o super bowl. Esquece o torneio da NFL, NBA poís os mesmos foram usados como referencia.
        Com certeza o mengo será campeão( Vivas ao STJDrj, CBF e Globo)e não há demerito em ser campeão em pontos corridos. O Fato é que, quando “Há” uma partida final, as coisas são mais magicas….entendeu? ou prefere um desenho?

      • Carcamano

        Desenha, por gentileza

      • Jota Barros

        Meu caro Red,
        Vc acha que seu Mengo esta indo bem…Imagine entao se ele vendesse corretamente sua marca, como o faz o New York Yankees ?
        Um abraco.

    • Jota Barros

      Meu caro Zhu,
      O espaco eh democratico.
      Todos sao bem-vindos.
      Um abraco.

  3. Zhu Sha Zang

    Esqueci de comentar:

    Na capa do livro a “A volta do Idiota” tem uma pecinha sem rosto.

    De quem será hein!?

    FHC? Lula? Cristina Kitcher ?

  4. Eu acho muito engraçado as pessoas falando aqui como se fossem guardiãs dos jogos com play offs! Garanto que a 7 anos atrás ninguém aqui discutia se a fórmula de pontos corridos era realmente a mais adequada. A maioria defendia cegamente a fórmula atual como sendo a mais justa para o futebol brasileiro. Vc mesmo Avallone, te desafio a postar no site algum documento seu que prove que nunca foste defensor dos pontos corridos!
    Mas basta o Flamengo estar prestes a essa conquista que aparecem milhares de falácias. Stjd, CBF, Globo, Fifa, Fia, FMI, OTAN, OMC, ONU, OEA, OPEP, NASA, todos deves estar a favor do Flamengo. Concordo com o que disse com o profissionalismo norte americano. Mas acontece que somos brasileiros, e este país não é um país sério, não é mesmo jornalista?

    • Jota Barros

      Meu caro Augusto,
      Palmeiras e Sao Paulo foram incompetentes, ponto. A discussao eh que nao pode haver um jogo como Flamengo x Gremio, nas circunstancias que havera.
      Um abraco.

  5. Carcamano

    Eu acho que o Flamengo é essa potência de marketing, do modo que é hoje, justamente porquê não “vende bem” a marca. O Flamengo não se trata como uma marca, mas como um clube de esportes. Tem que ser campeão no remo também. Já foi top de natação no Brasil por muito tempo. O Flamengo não é uma marca, mas existe a marca Flamengo, que é do CRF. E olha, até com a pirataria o Flamengo ganha, pois difunde muito sua camisa.
    E a coisa vai indo naturalmente, sem parecer um produto. As pessoas cansam de produtos, mas não se cansam do Flamengo.

    • Jota Barros

      Caro Carcamano,
      O Flamengo, administrado profissionalmente, nao deveria nada para o Milan ou Real Madrid.
      Agora, quanto ele ganha com a venda antecipada de cotas para a Globo (para pagar dividas) e com vendas de camisas piratas ?
      Um abraco

  6. Carcamano

    Porque tem uma foto do Muricy com boné do SP?

  7. zeca

    Já dizia um estadista francês, General Charles de Gaulle: “O Brasil é um país que não se deve levar à sério”.
    A matéria fala de “business”, como alcançar altos lucros para esse futebol falido. Contudo, vamos continuar assistindo a falésia, diante dos vários comentários sobre o tema.

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